A tradição apocalíptica e a cosmologia rabínica

texto de 2010


"Um texto um pouco mais complexo é II Enoc, que data do I século E.C., com elementos talvez anteriores, também conhecido como “Livro dos Segredos de Enoc”. Com uma cosmologia mais elaborada, nele é descrito como Enoc ascende a Deus, passando por sete céus. No primeiro, encontra os anjos que governam “as estrelas e os elementos”. No segundo, o local de punição dos anjos rebeldes. No terceiro, o paraíso, que é tanto o Jardim do Éden quanto um local de retribuição futura e, em um de seus cantos, um local de punição. No quarto, o espaço por onde se movem o Sol e a Lua e se dão os elementos determinantes do tempo. No quinto, encontra os “guardiões”. No sexto, os sete anjos que supervisionam a ordem do mundo. No sétimo, por fim, a corte celestial, onde Enoc passa a um estado angelical. Aparentemente, II Enoc já expressa uma cosmologia mais ordenada e clara, ainda influenciada por concepções babilônicas arcaicas, isto é, sem estabelecer claramente a doutrina das esferas planetárias, embora, paradoxalmente, em 27:1, mencione “as sete estrelas, cada uma em seu céu”".


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